Algumas amizades são mais companheirismo do que amizade. Lidamos com as pessoas, saímos com elas, conversamos, rimos, divertimo-nos... Mas não passam de colegas.
Depois temos os amigos para toda a vida. Aqueles cujos laços são inquebráveis, mesmo que não haja sangue a unir-nos.
Depois existem aquelas amizades que parecem muito fortes mas que, sem nada o fazer prever, desaparecem. Assim, de um momento para o outro.
Não preciso que as pessoas estejam sempre lá para mim. Mas preciso que as pessoas se preocupem minimamente. Não preciso que inventem justificações para não nos poderem ver. Se não querem, não são obrigados. Sempre pus os outros na minha frente e sei que não o devo fazer. Faz-me mal. Eu devo vir em primeiro. Mas colocarmo-nos sempre na frente dos outros também não é correcto.
Não sou parva e reparo quando não correspondem mais ao que era suposto darem-me.
Um afastamento assim não é uma quebra irreparável na amizade. Mas é - pelo menos para mim - sinal de que as pessoas não se importam tanto assim. E a meu lado quero quem realmente se importe.
Há gente que fica na história da história da gente...
As minhas pequenas coisas

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